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De Porto de Mós a Brasília, que critérios federativos?

De Porto de Mós a Brasília, que critérios federativos?

Imagens: WA, FPA e Município de Porto de Mós.
Montagem: O Marchador

Como consta do calendário federativo 2026, é já daqui a 2 semanas que se disputam os Campeonatos Nacionais de Marcha em Estrada de Maratona (sub-23, absoluto e veteranos) em Porto de Mós (25/1), evento que constituirá a edição inaugural desta nova distância do programa nacional.


Também é do conhecimento geral que o Campeonato do Mundo de Seleções de Marcha, a 12 de abril deste ano, em Brasília, no Brasil, se posiciona no calendário como um ponto alto para a disciplina a nível internacional, evento este que, estamos em crer, constituirá um objetivo importante para a seleção nacional e no qual Portugal iniciou as participações em 1987 (Nova Iorque, então como Taça do Mundo), contando já a presença em 19 edições, a última das quais em Antalya-2024.

Ora, na relação entre estas duas competições, sobressai a necessidade premente de se saber com o que podem os atletas (e seus treinadores) contar em termos de resultados a obter, para já, nas provas da maratona masculina e feminina em Porto de Mós com vista à possibilidade de integração na seleção nacional para Brasília nesta mesma distância.

Daí que seja urgente perguntar:

– é intenção da federação apresentar atletas/equipas no evento em Brasília?

– existirão constrangimentos (financeiros, interesse dos atletas ou outros) que possam determinar uma ausência do evento?

A ser admitida uma participação, individual ou coletiva …

– vão existir marcas de referência/qualificação?

– se sim, que marcas e em que período a obtenção das mesmas?

– a participação nestes campeonatos nacionais é condição necessária e suficiente?

– a obtenção de títulos individuais nos nacionais garantem a seleção independentemente da marca obtida?

– que outros critérios estarão subjacentes na seleção dos atletas?

Para estas, e várias outras questões que se podem colocar, urge a obtenção de respostas, particularmente através da divulgação pública dos critérios específicos de seleção, algo que até agora não aconteceu por parte da FPA – Federação Portuguesa de Atletismo.

Se olharmos para aqui ao lado, para a nossa vizinha Espanha, talvez seja bom perceber que a RFEA – Real Federação Espanhola de Atletismo emitiu em 22 de outubro passado um documento de 9 páginas [aqui] onde enumera os critérios específicos de pré-seleção para o evento em Brasília.

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